NOK AIR

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terça-feira, 21 de maio de 2013

CANADIAN REGIONAL






O articulista e sua esposa tinha passado um mês em Winnipeg em casa de seu filho mais novo que estudava na Universidade de Manitopa, e no regresso, tendo familiares que viviam em Portland, Estados Unidos da America, para lá nos deslocamos.


O avião utilizado foi este pqueno protótipo um DASH-8 para 12 passageiros.
 
O mais giro foi quando o articulista foi fazer o chek-in, e a funcionária ter informado que as malas seria o articulista a transporta-las para o avião.
 
E assim  o fez, depositando as duas malas que levaava no porão do avião, entrando depois no avião, que tinha a capacidade para 8 passageiros, e no qual seguima apenas 6 passageiros.
 
O vôo se realizou na perfeição, voando o avião a baixa altitude e quase rasando as altas montanhas, a última o Monte de S. Helen já perto de Portland.
 
A bordo foi distibuido um rebuçado nada mau, foi só para adoçar a boca!...



O articulista junto do avião DASH-8 que o levaria de Vancouver a Portland.


CANADIAN AIRLINES




O articulista usou dos serviços da Canadian Airlines em quatro vôos, o primeiro de Hong Kong - Vancouver, depois Vancouver - Winnipeg e Winnipeg - Vancouver e por fim Vancouver - Hong-Kong, além de dois vôos na Canadian Regional.
 
No ano de 1998 ainda se podia fumar a bordo dos aviões, e o articulista quando comprou os bilhetes escolheu o vôo onde se podia fumar.
 
Quando embarcou em Hong Kong verificou qe o vôo escolhido não era premido fumar, e não indo preparado para tal, ficou aborrecido e nervoso.
 
O avião, um Boeing 747-400, saiu do aeroporto de Kai Tak eram 00.30 horas, o vôo seria de cerca de 13.50 horas.
 
O articulista ainda tentou dormir, mas o não conseguiu em virtude de deu estomago estar a dar badalas, isto é estava com fome.

Solicitou a uma das hospedeira que lhe fornece-se algo para comer, e a antipática senhora disse que pelo pre;co pago pelo bilhete, o serviço estava conforme, e não havia nada para fornecer, palavras estas que irritaram ainda mais o articulista, tendo respondido que ela, a hospedeira não sabia quanto eu tinha pago, e era estupida em assim o dizer, a hospedeira era de origem chinesa.
 
Não aguentando a fome, o articulista tornou a solicitar que lhe fosse fornecido algumas bolachas mas nem isso.
 
Volvidas cerca de 12 horas de vôo, a tal antipática hospedeira foi servir o pequeno almoço, pequeno almoço este que consistia numa mini embalagem de massa rápida.
 
Ao colocar essa mini embalagem defronte do articulista, a hospedeira disse em termos de gozo, agora já pode matar a fome, bem a resposta não se fez esperar, e nervoso como já ida, o articulusta deu uma palmada no copo da massa, o qual foi embater no peito da hospedeira, dizendo-lhe para ela o comer.
 
Este o serviço prestado a bordo de um vôo transatlântico.








No regresso a Hong Kong o tratamento a bordo foi bem diferente.






                                                  Vôo efectuado no dia de julho de 1998




O avião usado no vôo entre Vancouver e Hong Kong foi um DC-10-30, e o serviço a bordo foi impecável.
 
Comida essa nunca faltou e as hospedeira era de gentileza extrema, tanta que ao servirem o articulista e lhe servindo um copo de vinho tinto, devido ao balanço do avião, entronou um pouco para as pernas do articulista, mas que prontamente limpou com um pano.
 
Bem essa uma história muito complicada de contar, já que a limpeza acabou sendo feita na casa de banho e com algo mais, quem não gostou deste tratamento foi a esposa do articulsta, que dando falta dele a seu lado estranhou, e quando viu o articulista, volvida cerca de meia hora, sair da casa de banho com a hospedeira, ficou pior que uma barata!....
 
Essa hospedeira de origem chinesa, ainda veio até ao assento do articulista entregar-lhe uma cartão de visita, dizendo que estaria de folga uns dias e tencionava ir até Macau, o que muita esposa fez cara feia.
 
Chegados a Hong Kong, o avião aterrou no novo aeroporto de Chek Lap Kok, aeroporto este que tinha sido inaugurado no dia 6 de julho de 1998.


QANTAS




Qantas uma companhia aérea muito reputada, porém com um péssimo serviço.
 
O articulista num vôo entre Hong Kong e Bangkok teve que ficar 4 horas na sala de embarque, em virtude de o avião chegar atrasado.
 
Os funcionários da compnahia aérea forneceram um talão para que os passageiros podem-se jantar num resturante do aeroporto, talão esse no valor de HK 60 dolares, o pior foi quando foi apresentado o talão no dito restaurante, onde um prato de comida, o mais barato deles custava KH$ 90,00, os passageiros reclamaram, e só passada uma hora foi resolvido o problema, tenho o restaurante em questão, feitos umas sandes, rafeiras, diga-se de passagem, recendo o talão refenbte à quantia de $HK60,00, bebidas essas água da bica e já não foi mau.
 
Foram duas as vezes que o articulista usou os serviços da Qantas e ficou baptizado, com cangueros, não mais.






AINDA A TAP





 
 


Ainda a Transportador Aérea Nacional.
 
Num vôo entre Macau e Lisboa com escala em Bangkok, aconteceu o que nunca devia ter acontecido.
 
O avião, um Airbus A-340 não conseguiu levantar vôo do aeroporto de Dom Muang em Bangkok, em virtude de ter carga a mais, resultado, os pasageiros tiveram de desembarcar, uma vez mais, e o excesso de carga retirado do avião e só volvidas cerca de duas horas o avião conseguiu levantar vôo.
 
O articulista tinha bilhete comprado para o vôo da TAP, entre Macau e Bangkok, por razões desconhecidas, e como sempre sem informação alguma, a TAP deixou de voar para Macau, por sorte a Air Macau acatou essas responsabilidades e o articulista lá efectuou o vôo
 
Uma vez mais a TAP provou que a consideração que tem pelos seus passageiros é assim já.
 
Deste essa altura até aos dias de hoje nunca mais o articulista viajou na TAP, e não o fará mais.
 





sábado, 18 de maio de 2013

FUNCHAL - LISBOA - TAP




Tinha ido passar uns dias à Ilha da Madeira com minha esposa,  a companhia aérea utilizada foi a Tap.

No dia do regresso bem cedo nos dirigimos ao aeroporto, feito o chek in ficámos aguardando na sala de espera o nosso embarque.

Aviões chegavam e partiam, o avião da Tap ali estava aguardando, o tempo foi passando e nós na sala de espera e sem informação alguma do que se estava passando.

A sala de espera era acanhada e encontrava-se repleta de passageiros, muitos deles reclamavam, mas ninguém os ouvia.

Resolvi sair da sala e ir indagar junto dos bacões da Tap, a funcionária me informou que devido ao mau tempo e ao vento forte, e por questões de segurança a Tap só realizaria o vôo com destono a Lisboa quando as condições climatéricas o permitisse.

Regressei à sala e verifiquei que nem as bananeiras abanavam e que alguns aviões iam chegando e outros saindo.

Volvidas três horas, por fim lá embarcamos chegando a Liboa com um atraso de quase 4 horas.

O avião utilizado foi um Boeing 737 com as cores da Expo 98.

Uma vez mais os serviços da Tap deixaram muito a desejar e como sempre nem desculpas foram apresentadas.




LISBOA - FRANKFURT - HONG KONG




 
Após uns meses em Portugal regressaria a Macau, para tal teria que utilizar os serviços da Tap no vôo de ligação com o vôo da Lufthansa que sairia de Frankfurt nesse dia.
 
Eram muitos os passageiros que igualmente iriam efectuar esse vôo, após os trnsmites no aeroporto da Portela ficamos na sala de embarque aguardando a entrada para o avião, era um Boeing 737 e ali estava amarrada à manga do aeroporto.
 
O tempo foi passando e nada de embarcarmos, a sala não tinha o mínimo de condições nem banco havia, os passageiros alguns deles com crianças de sentavam ou deitavam no chão de mármore.
 
Informações não as havia, passava já quase hora meia da hora que o avião devia levantar vôo, quando os microfones anunciaram que devido ao imenso tráfego aéreo o avião da Tap com destino a Frankfurt sairia atraso.
 
Volvidas cerca de 3 horas foi-nos então permitido embarcar, por sorte e devido a serem muitos os passageiros que iriam embarcar em Frankfurt no avião da Lufthansa que os levaria aré Hong Kong, esta companhia ficou aguardando a chegada desses passageiros.
 
Desembarcados em Frankfurt, fomos encaminhados, por uma hospedeira da Lufthansa, que correndo nos guiou até à sala de embarque.
 
A Tap nem desculpas apresentaram, como é já seu hábito.
 
Os passageiros foram obrigados e ir reconhecer as suas bagagens e só depois poderam embarcar.
 
Mais um vôo complicado cujo principal culpado por todos os incómodos foi a Tap.
 
 


TAP - NEWARK - LISBOA




 
 
Estavamos no mês de julho de 1995, quando realizamos o vôo entre S. Francisco e Newark, na companhia aérea United Airlines, teriamos que mudar de avião afim de seguirmos para Lisboa, ainda a bordo indagamos junto de uma hospedeira qual o terminal onde o avião da Tap se encontraria, mas ninguém nos soube informar.
 
Desembarcados, eu e minha esposa, estivemos vendo os placares de informação mas nada constava da Tap, por ali andamos até que resolvemos sair do aeroporto.
 
Havai vários terminais e bem longe uns dos outros, informações sobre a Tap nada, em vez de seguirmos para a direita seguimos para a esquerda quando vimos vários autocarros que seguiam para diferentes terminais, indagamos junto de um motorista sobre o terminal onde o avião da Tap estaria, mas este nada sabia, mesmo assim entramos no autocarro que seguia para o terminal dois.
 
Por sorte e ao desembarcarmos verificamos que era neste terminal onde iriamos apanhar o avião da Tap que nos levaria até Lisboa.
 
Feito o chek In lá seguimos por alguns apertados corredores, as isntalações estavam em obras.
 
Chegados à sala de espera lá estava o avião da Tap amarrado à manga, era um airbus A-310.
 
A sala de estar embora fosse muita espaçosa não tinha o mínimo de comudidades.
 
Vimos sair alguns aviões um da BA outro da Iberia, a hora de saida está preste a acontecer, mas ninguém da Tap por ali se encontrava.
 
Passva já uma hora e os passageiros que ali se encontavam começam a protestar, era dia de Santo António.
 
O tempo ia passando quando uma funcionária da Tap teve a amabilidade de ali comparecer e informar que o avião estava com uma avaria e necessário seria aguardar por uma peça que viria de Portugal.
 
Na sala não havia cabine telefónica para que pudessemos informar nossos familiares do que estava acontecendo.
 
Por li ficamos mais duas horas, muitos passageiros, na sua maioria portugueses emigrados na America, solicitavam à funcionária da Tap para que os deixa-se sair, pois nessa noite haveria as festas de Santos António em Newark, outros pediam que fossemos hospedados num hotel, mas nada desses pedidos foram acatados.
 
Foram sim os passageiros dirigidos para bordo do avião onde lhes foi servido o jantar, após o qual nos conduziram de novo para a sala de espera.
 
Oito horas de pois da hora normal de saída do avião foi quando fomos informados do embarque.
 
A bordo e durante a viagem nem um copo de a'gua foi fornecidos aos passageiros, as hospedeiras essas era antipáticas e iam quase entrado em vias de facto com duas passageiras americanas, sendo uma delas empurrada para o seu assento.
 
Chegamos a Lisboa com oito horas de atraso e desculpas nada, nem isso.
 
Foi uma viagem para jamais esquecer e os péssimos serviços prestados pela Tap.